Conversa pedagógica com a Profa. Rosaura Soligo

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O trabalho com cartas na formação de professores

Profa. Rosaura Soligo, de forma muita didática, assim escreveu sobre as cartas:

Se houvesse essa categoria, talvez pudéssemos dizer que os textos acadêmicos são antônimos das cartas.
Em geral, eles são impessoais. Elas não.
Em geral, eles escondem as intenções. Elas não.
Em geral, eles são difíceis. Elas não.
Em geral, eles são formais. Elas não.
Em geral, eles se fazem passar por outros. Elas não.
Em geral, eles não são produzidos com desejo. Elas sim.
Em geral, eles não são manipulados com prazer. Elas sim.
Em geral, eles não têm emoção. Elas sim.
Em geral, eles não são acessíveis. Elas sim.
Em geral, eles não são sedutores. Elas sim.
Em geral, eles não são procurados. Elas sim.
Em geral, eles são masculinos. Elas são femininas quase sempre.
Em geral. Apenas em geral.

Temos a alegria e o maior prazer em partilhar com a comunidade acadêmica os contributos da Profa. Rosaura Soligo sobre a Carta – como instrumento pedagógico – na formação dos professores.

É uma conversa imprescindível com os estudantes e professores formadores das licenciaturas, e com os profissionais que atuam na formação contínua de professores, pois indica que a Carta, no contexto da formação docente, é um instrumento que permite acionar a criatividade e os pensamentos críticos por meio da escrita. Esperamos que as energias canalizadas nesse contributo sejam úteis no sentido de proporcionar “novas” e diversas oportunidades de formação para a docência, seja no contexto das licenciaturas, ou no âmbito das escolas de Educação de Básica.

A todos/as – muito ânimo, alegria e entusiasmo com a profissão/formação docente!

Os nossos mais sinceros agradecimentos e votos de saúde e paz sempre a profa. Rosaura Soligo!
Laconex@o | UFPB

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