Trajetória acadêmica-profissional – Márcia de Souza Hobold

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O prof. Antônio Nóvoa assim escreveu:

Os movimentos que se inserem na primeira tendência acima descrita (privatização e individualização), apesar de reconhecerem a importância dos professores, tendem a esbater as dimensões profissionais e, mesmo, os referenciais coletivos. Frequentemente, recorrem ao conceito vago de educadores, juntando na mesma análise docentes, gestores, tutores, por vezes psicólogos, e mesmo pais e outras pessoas que exercem uma função educativa. Deste modo, diluem o princípio do professorado como uma profissão, conduzindo a políticas que desvalorizam a formação dos professores e que se legitimam através de um discurso pragmático: se escolhermos pessoas com bom conhecimento de uma dada matéria, facilmente conseguimos prepará-las para serem professores; se dermos uma remuneração suplementar aos professores cujos alunos têm bons resultados, o ensino melhorará; se tivermos bons materiais (livros, programas, etc.) e boas tecnologias, seremos capazes de suprir as deficiências dos professores e da sua formação; e por aí adiante. . (NÓVOA, 2019, p. 5).

Nesse contexto, socializamos as contribuições e reflexões da Profa. Dra. Márcia de Souza Hobold: “Trajetória acadêmica-profissional”. Apoiados nas contribuições e reflexões da Profa. Márcia Hobold, queremos colocar em evidência a importância do papel do Professor neste contexto atual marcado, muitas vezes, por incertezas, individualismo, metas do mercado capitalista que, cada vez mais, distanciam o ser humano de uma educação articulada à vida.

A todas/os ótimos leituras e estudos!

Clique para ler a Reflexão pedagógica 10: “Trajetória acadêmica-profissional” – Márcia de Souza Hobold

Referências: 

NÓVOA, António. Os Professores e a sua Formação num Tempo de Metamorfose da Escola. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 44, n. 3, e84910, 2019

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